12 de outubro de 2010

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é noite, amado meu, faz-se silêncio,
quietude que sussurra liberdade.
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21 de setembro de 2010

quando acaba o passado e abandonas o leito onde me deito? é tempo de adormecer sem lágrimas.
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13 de setembro de 2010

esta ofereço-lha, senhor,... pois não tem preço a minha flor!

7 de setembro de 2010

a cada desencontro desfolho uma pétala da prometida flor

2 de setembro de 2010

se um manto de paixão me invadir, como o teu corpo um dia fez, serei a mais rubra das fêmeas e do teu azul me vestirei.

7 de julho de 2010

quão duro foi esboçar um sorriso. aqueceu-o o sol entre duas lágrimas... entre uma maré e a seguinte.

23 de junho de 2010

enquanto as sombras se podem contar, desatento-me no baloiçar dos fios dos teus cabelos. a hora é de sesta, e eu não durmo! velo o teu segundo corpo no fresco daquela pedra. nela me deitaste um dia. vejo-te agora adormecido sobre mim.

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