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é noite, amado meu, faz-se silêncio,
quietude que sussurra liberdade.
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21 de setembro de 2010
quando acaba o passado e abandonas o leito onde me deito? é tempo de adormecer sem lágrimas.
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13 de setembro de 2010
esta ofereço-lha, senhor,... pois não tem preço a minha flor!
7 de setembro de 2010
a cada desencontro desfolho uma pétala da prometida flor
2 de setembro de 2010
se um manto de paixão me invadir, como o teu corpo um dia fez, serei a mais rubra das fêmeas e do teu azul me vestirei.
7 de julho de 2010
quão duro foi esboçar um sorriso. aqueceu-o o sol entre duas lágrimas... entre uma maré e a seguinte.
23 de junho de 2010
enquanto as sombras se podem contar, desatento-me no baloiçar dos fios dos teus cabelos. a hora é de sesta, e eu não durmo! velo o teu segundo corpo no fresco daquela pedra. nela me deitaste um dia. vejo-te agora adormecido sobre mim.